Formandos divulgam nota de apoio ao padre que fez versão de funk em culto ecumênico

Após a repercussão da divulgação de um vídeo em que o padre Hewerton de Castro Alves, da Paróquia Santa Luzia, no bairro de Estância, aparece cantando e dançando uma versão religiosa do "Show das Poderosas", da funkeira Anitta, durante o culto ecumênico de uma turma de direito da Universidade Católica de Pernambuco, os formandos emitiram uma carta aberta em defesa do religioso. No documento, os granduandos elogiam a conduta do religioso e a proposta de levar os jovens para a igreja. Neste sábado, Hewerton deve celebrar duas primeiras missas após a polêmica. As celebrações estão marcadas para as 18h e as 19h30, na paróquia de Santa Luzia, na Estância.

Confira o vídeo:
O pároco se reuniu, na quinta-feira (23), a portas fechadas, com o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido para discutir o vídeo postado no YouTube no último dia 17. Depois de 30 minutos de conversa, a Arquidiocese não se pronunciou e o padre, que sempre manifestou sua intenção de atrair os jovens para a igreja, pediu perdão aos fiéis, através de nota encaminhada à imprensa, e ainda cancelou sua conta no Facebook.

O culto ecumênico aconteceu no último dia 8 e durou duas horas. Teve representantes de todas as religiões convidados pelos formandos. O padre Hewerton de Castro Alves discursou seguindo a linha que adota na Paróquia Santa Luzia, com homilias claras e inovadoras, sempre alegre, acessível e próspero, como ele mesmo se definia no Facebook. O religioso parabenizou os presentes e desejou sucesso nas carreiras. Apenas no encerramento, como os demais religiosos que discursaram na noite, ele interpretou o Show da JMJ. A versão interpretada pelo pároco foi criada pelo músico Thiago Pigozzo e ficou conhecida durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, em julho passado, quando o papa Francisco esteve no país.

Confira a carta aberta dos estudantes na íntegra

Carta aberta a toda a comunidade que teve conhecimento acerca da paródia realizada pelo Padre Hewerton de Castro Alves no Culto Ecumênico da turma de Direito da Universidade Católica de Pernambuco.

É com muita indignação que nós, bacharéis em direito da turma 2013.2 da Unicap, para a qual o padre Hewerton deu um animado e caloroso sermão no nosso culto ecumênico de conclusão de curso, divulgamos esta carta de apoio ao pároco.
O momento do culto ecumênico é aquele onde todos os recém formados buscam agradecer a Deus, nas suas mais diversas formas religiosas, pela realização do sonho da imensa maioria da população: a graduação. O nosso culto foi permeado pelos mais belos sentimentos, com um misto de alegria, emoção, reflexão, diversão e, acima de tudo, louvor a Deus.

Após o momento de explanação dos representantes do espiritismo e da Igreja Evangélica, foi a vez do Padre Hewerton nos transmitir a palavra do Senhor de uma maneira leve e, por assim dizer, envolvente. Isso porque todos os presentes no Arcádia do Paço Alfândega, no dia 08 de janeiro de 2014, aplaudiram o padre calorosamente, cantaram o refrão da paródia tão criticada em alto e bom som e ainda participaram da brincadeira proposta pelo padre quando do início de sua apresentação.

Ora, a palavra de Deus deve ser transmitida sempre e em todo lugar, nas mais distintas formas e com o único intuito de evangelizar. E foi isso que nós, naquele momento único em nossas vidas, sentimos. Passamos por uma situação de louvor e adoração ao Senhor, de forma divertida e, em momento algum desrespeitosa. A Bíblia já ensina em Salmos 28:7: "O Senhor é a minha força e o meu escudo; Nele o meu coração confia, e Dele recebo ajuda. Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico Lhe darei graças."

A paródia cantada pelo Padre Hewerton já era conhecida por vários presentes ao culto, por isso que o mesmo, ao fim da cantoria, agradece "às suas fãs", pois antes do mesmo entoar o canto, muitas pessoas na plateia já gritaram em aprovação àquele momento. Cumpre ressaltar que a versão católica da música de Annita não foi criada pelo referido padre, uma vez que foi cantada na Jornada Mundial da Juventude, em 2013, perante o Papa Francisco.
Entendemos que a atitude do Padre Hewerton em cantar a paródia da música de Annita em nosso culto ecumênico foi de uma inteligência ímpar, vez que conseguiu aliar a palavra de Deus ao cotidiano jovem. E a palavra bíblica, mais uma vez, nos mostra o que deve ser buscado no Senhor, em Filipenses 4:4: "Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se!"

E, com toda certeza, compreendemos que o nosso momento de ação de graças foi muito mais divertido e brilhante com a presença do Padre Hewerton, que com sua alegria contagiante, conhecimento notório da palavra divina e carisma encantador, edificou o nosso Culto em Ação de Graças ao melhor que poderíamos ter.

Com 10 milhões de fãs, funk é hino de identidade para jovens brasileiros da periferia

Batidão é muitas vezes música vulgar, e há até funkeiros que exaltam o crime. Mas gênero representa como nenhum outro aspirações das classes C, D e E

Tchudum, tchá, tchá, tchá, tchá, tchudum, tchá, tchá, tchá, tchá, tchudum... São 2 horas da manhã numa casa noturna de São Paulo e os frequentadores estão dançando uma batida eletrônica repetitiva. Dali a uma hora e meia, MC Guimê, o principal nome do funk ostentação, fará seu show, acompanhado de um DJ e de duas dançarinas, e com a participação especial do rapper Emicida. No clube vigora uma saudável mistura social, mais rara em São Paulo, onde centro e periferia são muito distantes, do que no Rio. Encontram-se ali jovens de bairros suburbanos — os meninos com correntes douradas, as meninas com saia bem curtinha, e todos com roupas de grife — e também os chamados “playboys”. Quando Guimê finalmente sobe ao palco, a temperatura da casa parece subir. Por quarenta minutos, ele intercala canções de seu repertório com sucessos de outros funkeiros, canta o rap do quarteto Racionais MC’s e cita o Salmo 23 (“O senhor é meu pastor / Nada me faltará”). Nada falta mesmo: suas letras carregam uma tal profusão de marcas — carros, roupas, perfumes, bebidas — que até se poderia suspeitar de vultosos contratos de merchandising. Não é o caso. Para Guimê, natural da periferia de Osasco, cidade da Grande São Paulo, falar desses objetos de consumo — e, acima de tudo, adquiri-los — é uma aspiração realizada, uma senha para a entrada na sociedade. O público não só entende como compartilha o sonho de Guimê: muitos fãs, no meio da dança, erguem garrafas de uísque escocês como se fossem troféus. Festas e shows assim se repetem por outras cidades e clubes. Como tantos gêneros musicais que vieram das áreas urbanas mais pobres, o funk já conquistou parte da classe média. Mas é sobretudo entre a garotada da periferia que ele tem a ressonância de uma Marselhesa: um hino de cidadania e identidade para os jovens das classes C, D e E.
Segundo estudo do Data Popular, instituto especializado em pesquisas de opinião nos estratos emergentes do país, a “comunidade funk” hoje congrega 10 milhões de brasileiros com mais de 16 anos, a maioria das classes C e D. É um público fiel: 77% deles escutam funk todos os dias e 50% vão a um baile funk pelo menos uma vez por mês. Esse público se divide quando perguntado sobre o sentido que a música tem em sua vida: 22% consideram que o funk é apenas diversão, um ritmo bom de dançar. Mas 26% acreditam que os MCs convidam a ambições que não cabem na pista de dança: o funk seria uma forma de superação. Em bom momento comercial, o funk representa uma possibilidade de carreira para quem sonha em se tornar MC (sigla em inglês de Master of Cerimonies, o cantor do funk e do rap). Uma única canção de sucesso pode garantir boa base financeira, ainda que, como sempre aconteceu no showbiz, existam promessas de estrelato que acabam em fracasso (leia o quadro ao fim da reportagem). Mesmo sem o status de um Naldo ou de um Mr. Catra, um funkeiro de algum talento pode garantir mais do que a subsistência. “Um MC pode fazer trinta bailes por mês ao cachê de 1 000 reais. Em seis meses, terá condições de montar um negocinho na favela, comprar uma casa e um carro”, calcula o DJ Marlboro, um dos precursores do batidão. O sonho de todos, claro, é chegar às alturas. MC Guimê fez fama e dinheiro — ganha em torno de 1,4 milhão de reais por mês e o vídeo de seu Plaquê de 100 tem mais de 42 milhões de visualizações no YouTube — sem comercializar discos. Mas as gravadoras descobriram que o funk é rentável. Naldo Benny e Anitta trocaram o ritmo mais pesado dos “batidões” pelo funk melody — versão, digamos, pacificada do funk da periferia carioca — e com isso alcançaram públicos mais amplos. Naldo produz os próprios discos, mas tem um contrato de distribuição com a Sony Music. Anitta é do cast da Warner, que mais recentemente contratou MC Ludmilla (ex-MC Beyoncé). A Universal tem MC Gui, outro exponente do funk ostentação. Casas de shows como o Barra Music, no Rio, incluíram o funk entre as atrações frequentes. “Hoje existe um cuidado maior do funkeiro com a produção”, diz Marcos Júnior, diretor artístico do espaço.
Há diferenças entre o funk carioca, mais malicioso e sexual (ou mais bandido), e o paulista, que tem mais influência do hip-hop. O chamado “funk ostentação”, que celebra o consumo e o luxo, é um produto paulista: suas raízes estão na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, com as produções do DJ Baphaphinha e com artistas como MC Boy do Charmes. Como tantos gêneros populares — axé, sertanejo, tecnobrega —, o funk, em qualquer lugar, irrita ouvintes que se pretendem mais sofisticados. Agora que o purismo nacionalista caiu de moda, ataca-se o funk brasileiro por não ser similar à sua matriz americana. Realmente, não há quase nada de James Brown no funk brasileiro de agora. Mas suas origens estão nos bailes do Rio de Janeiro dos anos 70, onde se tocavam funk e soul, americanos e brasileiros. Com o tempo, a batida sofreu alterações. A princípio, o ritmo mais comum era o chamado Miami Bass, batida acelerada que surgiu na cidade americana da qual recebeu o nome. Hoje, o funk ganhou um batuque brasileiro, que parece saído dos terreiros de umbanda. A essa invenção rítmica se deu o nome de tamborzão. Não, não é uma contribuição para a música popular internacional da estatura da bossa nova — mas tem lá sua originalidade. “Lá fora, o funk é reconhecido como a música eletrônica brasileira”, defende o cantor Mr. Catra. Muitos MCs não têm a mínima noção de tempo, mas há criatividade nas suas produções, sobretudo na conjugação inusitada de samples, que vão do grupo americano Talking Heads ao tema do desenho animado Tom e Jerry. Mais pertinente, ainda que às vezes tingido de moralismo estreito, é o ataque ao conteúdo sexual do funk. Muitas letras são incontestavelmente grosseiras. “Se as pessoas gostam de falar sobre sexo, por que eu não posso cantar a respeito?”, justifica-se Mr. Catra. Ele é o cantor de Negolossauro rex, cuja letra é até publicável: “Vem você, a sua prima, pode chamar a sua amiga / Instinto de leão, pegada de gorila”.
Os bailes funk, por seu caráter improvisado, também configuram um problema urbano. Em São Paulo, a prefeitura proibiu os bailes de rua com carro de som, pela boa razão de que eles perturbavam a paz — as pessoas na periferia, afinal, trabalham e desejam dormir à noite. Ainda mais complicada é a intersecção do funk com a bandidagem, que vigora sobretudo no Rio. Nos anos 90 surgiram nas favelas os chamados “proibidões”, bailes protegidos ou patrocinados por facções criminosas. O “proibidão” tornou-se quase um subgênero do funk, com letras que exaltam criminosos e, de tão recheadas de gíria, parecem falar em código. Um exemplo é “a balinha do Salgueiro” de que fala uma das canções do repertório do Nego do Borel: trata-se de ecstasy. O elogio aberto ao crime arrefeceu com a tomada de favelas pelas Unidades de Polícia Pacificadora. Em alguns casos, a UPP reprimiu bailes funk. Mas muitos sobrevivem, como o Emoções, na favela da Rocinha, que voltou à atividade após um ano parado.

Direito a Educação

Garantir o direito a  educação é construir possibilidade para termos um Brasil melhor, capaz de  superar problemas, como a falta de qualificação profissional dos cidadãos. nos ultimo anos, uma serie de debates sobre educação tem ganhado força, sobretudo no que  se refere a qualidade do ensino, melhor infraestrutura e participação no processo de gestão escolar.
São desafios : garantir a permanência integral de criança adolescentes e jovens na  escola; uma aprendizagem significativa, voltada para a cidadania; e a incorporação das tecnologias da informação e comunicação a  favor do processo de ensino e  aprendizagem, ferramenta tão presente no dia a dia da  sociedade. 

Hoje, todos podem  ajudar a melhorar a  educação no Brasil . Por exemplo, pela campanha nacional pelo direito a Educação . Criada em 1999, conta  com mais de 200 grupos e entidades de várias partes do Brasil que tentam vencer os desafios dessa área. 
saiba mais em : www.campanhaeducacao.org.br   

Aniversário de São Paulo tem shows descentralizados e 'pancadão' no Parque Dom Pedro

Paulinho da Viola, Demônios da Garoa, MV Bill, Emicida, Rappin Hood, Ellen Oléria, Planta&Raiz, Jorge Aragão e Jards Macalé estão entre as atrações

São Paulo – O aniversário de 460 anos da capital paulista, no próximo sábado (25), terá shows em todas as regiões da cidade, atividades infantis e esportivas. A prefeitura de São Paulo está preparando até um pancadão de funk com a participação dos MC's Menor do Chapa, Pet DaLeste e Gui na Praça Civica Ulisses Guimarães, no Parque Dom Pedro II, centro.
Ao todo, serão montados seis palcos, um em cada região da cidade, e mais dois na região central, com shows gratuitos.
No Mercado Municipal, a festa de aniversário começa amanhã (24). A partir das 20h se apresenta o grupo Na Palma da Mão e, às 22h, o Sampagode recebe a cantora e deputada estadual Leci Brandão. No sábado, o grupo Demônios da Garoa se apresenta a partir das 15h.
Na Praça da República, a festa ficará por conta de Paulinho da Viola, a partir das 17h do sábado, seguido de um baile black comandado por Os Opalas, com participação de Jair Rodrigues, Skowa, Karol Conká e Tony Tornado.
Na zona norte da cidade, o aniversário contará com shows de SNJ, MV Bill e Dexter, com palco montado na praça Campo de Bagatelle, próximo ao aeroporto Campo de Marte. As atividades começam às 11h do sábado, com apresentação do Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo.
No parque do Carmo, na zona leste, haverá discotecagem da DJ Simmone e apresentações de Rappin Hood e Jorge Aragão, entre outros artistas, também no sábado, a partir das 13h.
As zonas sul e oeste da capital terão shows no sábado e no domingo (26). Na primeira, o evento vai se concentrar no Largo Piraporinha, região do Jardim Ângela, com os dois dias de atividades se iniciando às 15h. Entre os artistas que vão se apresentar estão os rappers Emicida e Rael, o Pagode da 27 e a cantora Ellen Oléria.
O Largo da Batata, na região oeste, receberá shows dos grupos Planta&Raiz, Cachorro Grande, Inocentes e outros artistas, a partir das 14h.
A programação completa pode ser consultada na página da Secretaria Municipal de Cultura.

Aniversário infantil

Os 460 anos de São Paulo também poderão ser comemorados pelas crianças, com atividades na Praça das Artes, na avenida São João, centro da capital. As atrações vão das 9h às 18h e contam com o musical A Galinha Pintadinha, teatro, circo e oficinas de pintura, danças e brincadeiras, divididas por idade.
O Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, e o Centro Cultural da Penha, no largo do Rosário, receberão a ocupação cultural Ocupa Sampimba, com atividades lúdicas e artísticas, em que as crianças serão convidadas a recriar um ambiente que reflete nossa cidade, transformando a sucata por meio de jogos, brincadeiras, contação de histórias, música e oficinas. O acampamento acontece das 19h do dia 25 até às 12h do dia 26 de janeiro.
A programação completa também está no site da Secretaria da Cultura.

Estadual

O governo do estado também vai realizar eventos no aniversário da cidade. No parque Villa Lobos, a partir das 14h, o grupo Metá Metá se apresenta com Ná Ozzetti, Mulheres Negras, André Abujamra e Jards Macalé. Os músicos tocam clássicos da música de São Paulo, em homenagem à cidade. A zona leste da cidade receberá shows de Rashid, Kamau e Max BO, no parque Ecológico do Tietê.
A programação está na página da Secretaria de Cultura do Estado.

Samba, funk e sertanejo estão entre atrações culturais desta quinta no Rio

Lançamento de CD conta com a presença de sambistas no Imperator.
Cantor sertanejo João Gabriel volta ao palco do Lapa 40º.

A quinta-feira (23) promete diversão para todos os gostos do Rio de Janeiro. A casa de shows Imperator, no Méier, Zona Norte da cidade, vai ter um grande show de lançamento do CD Matéria-prima, de Sombrinha. A festa contará com convidados especiais como: Jorge Aragão, Arlindo Cruz  e Hamilton de Holanda. O Imperator fica na Rua Dias da Cruz, número 170, e os ingressos vão custar a partir de R$ 30. A classificação é de 16 anos.
No Largo do Machado a diversão fica por conta do grupo Off-sina, no Festival Carioca de Arte Pública, com o espetáculo “Café Pequeno da Silva e Psiu”. O projeto inclui uma série de atividades gratuitas que buscam divulgar as artes públicas com o intuito de mobilizar a população para o uso dos espaços públicos abertos na cidade.
O cantor sertanejo João Gabriel volta ao palco do Lapa 40º nesta quinta e mostra sua nova música de trabalho "Positividade", que conta com a participação especial do cantor baiano Tuca Fernandes na gravação. Entre as 10 músicas mais pedidas nas rádios da Bahia, a canção foi escrita por João Gabriel e Rodrigo Arantes. A casa noturna fica na Rua do Riachuelo, 97, na Lapa.
O grupo Racionais MC se apresenta no Barramusic. Essa quinta, MAC festival será realizado pela primeira vez no Rio, com Racionais e mais Cone Crew Diretoria e Mr. Catra, além dos DJ’s Zé do Roque, Tubarão e Fernandinho.

Capão Redondo Depois Da Chuva

Por  : Wellington Santos 


O problema das enchentes passou a ser algo comum na vida da população do Capão Redondo. Infelizmente, todo ano é a mesma coisa: entre os meses de dezembro e fevereiro, os noticiários são tomados por problemas relacionados com a elevação dos cursos d´água e as inundaçãoes de casas e ruas, desencadeando uma série de tragédias.
As Fotos mostram o resultado da  chuva do dia 22/01 , muito lixo, lojas inundadas e as vias  publicas interditada,  o transito  na região que  já  é um caos fica ainda pior, moradores da região tem que descer dos  ônibus e perua e continuar o percurso na Av. Comendador Sant Anna a pé as vezes ate o Jd Angela ou Vera Cruz .
Esperamos do governo uma atenção a  região da  Zona Sul, Que é  muito  carente de obras de desenvolvimento, Pois o  bairro suporta  uma grande quantidade da  População de São  Paulo.


    

Fãs manifestam apoio a MC Kauan após prisão em São Paulo por suspeita de tráfico

A prisão do MC Kauan, conhecido como ‘Koringa’, por suspeita de tráfico de drogas em São Vicente, litoral de São Paulo, gerou comoção por parte dos fãs nas redes sociais, nesta segunda-feira (20).
No momento em que o cantor era transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisória) vários fãs comentavam o caso nas páginas do Facebook de Kauan.
Alguns usuários pareciam acreditar no ocorrido, mas a maioria não e mandavam mensagens solidárias.
Frases como “Força meu mano MC KAUAN logo menos você tá de volta nos palcos que é o seu lugar” e “Não acredito até agora FORÇA kauan s2” foram postadas em uma das três páginas do cantor no Facebook. Essa, tem mais de 300 mil curtidas.
Na página oficial do MC Kauan, não há explicações sobre a prisão, apenas um comunicado dizendo que a equipe do cantor dará notícias sobre o fato ocorrido "em breve".
Houve confusão na porta da delegacia de São Vicente. Uma mulher, parente do MC, agrediu o cinegrafista da equipe da TV Record. Ela foi detida por lesão corporal e danos. Após prestar depoimento foi liberada.
O cantor foi detido na praia do Gonzaguinha quando saía de um condomínio de casas. Segundo a Polícia Militar, ele portava pinos de cocaína e vidros de lança perfume.
Ele é suspeito de promover bailes funk com o objetivo de vender drogas no litoral de São Paulo.

Divulgação


Em apoio a São Paulo, jovens fazem “rolezinho” no Moinhos Shopping

Algumas lojas fecharam as portas durante a passagem do grupo


Dezenas de jovens fizeram um “rolezinho” neste domingo no Moinhos Shopping, em Porto Alegre, para demonstrar contrariedade à repressão policial a grupos frequentadores de centros comerciais em São Paulo nos últimos dias. Cantando funk, dançando e visitando lojas de roupas e sapatos, eles chamaram a atenção dos clientes e dos empresários, que chegaram a fechar alguns estabelecimentos.

“Temos que ocupar os espaços. Na periferia, não tem muitos locais de lazer. O shopping tem comida e produtos para consumir”, explicou uma das integrantes da manifestação – que ocorreu pacificamente – Carine Lemos, estudante de Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Antes de iniciar o passeio, os organizadores se reuniram com a Brigada Militar, com representantes do shopping e com um oficial de Justiça, que levou um mandado de citação e intimação, responsabilizando os manifestantes por qualquer avaria no comércio. “Caso haja algum prejuízo, teremos que responder judicialmente e pagar R$ 150 mil”, disse o analistade sistemas, Fábio Fleck, que organizou o “rolezinho” pela internet.

A segurança foi reforçada e, em todos os corredores, havia alguém vigiando. Segundo a assessoria de imprensa do Moinhos, a diretoria não tentou impedir a manifestação através do pedido de liminar e, sim, garantir a integridade do patrimônio. Algumas lojas de joias e de óculos estavam fechadas, com um aviso indicando que estavam fazendo balanço. O shopping informou que, aos domingos, o funcionamento é opcional das 14h às 19h. A dona de um estabelecimento de produtos naturais, Vanessa Duarte, por outro lado, disse que nem pensou em trancar as portas. “Foi tudo bem conversado entre a direção e os organizadores. Estávamos tranquilos”, explicou.

Conselho Tutelar denuncia racismo

Além da empresa privada de segurança, o 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM) acompanhou o protesto do lado de fora. A comissão de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também presenciou o ato, para avaliar se ocorresse algum incidente. 

O Conselho Tutelar da Região Centro de Porto Alegre esteve no local, porém para garantir que os adolescentes pudessem circular pela região. “Houve manifestações de racismo e preconceito contra eles, o que é lamentável”, informou o conselheiro Cristiano Aristimunha Pinto, relatando que o órgão havia recebido ligações de moradores dos bairros Moinhos de Vento e Mont Serrat, demonstrado preocupação e chamando os participantes de manifestações como o “rolezinho” de marginais.

Em uma das lojas em que o grupo entrou, as vendedoras fecharam a porta de vidro. Uma das clientes do shopping, a dentista Denise Cavagnolli, 41 anos, ficou boquiaberta ao ver a movimentação. “Isso é um reflexo da revolta. Se investe tanto na Copa do Mundo, enquanto pessoas morrem esperando por saúde. Está dentro de todo um contexto”, lamentou.

“Temos que democratizar os acesos”, defendeu Álvaro Lottermann, da União da Juventude Socialista. “Vamos fazer mais 'rolezinhos' em Porto Alegre e em todo o país”, declarou a estudante Tatielly Pinto, 20 anos.

Jovem com tênis de R$ 1 mil já é considerado bandido, diz MC

Jonathan David, o MC Chaverinho, passou neste domingo, 19, pelo Shopping Center Penha, na zona leste de São Paulo


São Paulo - Não houve "rolezinho", mas um dos mais conhecidos organizadores estava lá. Jonathan David, o MC Chaverinho, passou neste domingo, 19, pelo Shopping Center Penha, na zona leste de São Paulo. O cantor de funk, que completa 21 anos nesta semana, reuniu cerca de 30 jovens numa das entradas do centro de compras.
A administração do Shopping Penha decidiu reforçar a segurança e contou até com apoio de uma base móvel da Polícia Militar (PM). MC Chaverinho, no entanto, afirma que a violência de outros encontros não tem nada tem a ver com a brincadeira, que acontece com frequência em diversos pontos do país.
"Defendo o lado da periferia. Também temos a vontade de comparecer em shoppings", afirmou. Ele sai em defesa da presença policial: "O lado ruim (dos 'rolezinhos') é a falta de segurança pública. Se um lugar tem mil pessoas, como cuidar delas com duas viaturas?", questiona.
Marcas
Com tênis de marca, óculos espelhados e corrente no pescoço, MC Chaverinho afirma que o funk deu a ele os objetos que tanto queria e não podia comprar. "O shopping é o local onde a gente se identifica. Tenho vontade de consumir, comer um McDonald's, comprar um tênis."
Ele lamenta que exista preconceito entre outros frequentadores dos espaços destinados ao consumo: "Só porque o jovem (da periferia) tem um tênis de R$ 1 mil já é considerado bandido", diz.
É deste tema, o consumismo, que falam as letras do MC. "É o que a gente sofreu para chegar onde está. Hoje, tenho a ambição de ter uma coisa que vale uma grana." O clipe de uma das músicas, Nossa Vitória, exibe marcas de perfumes famosos além de imagens de Chaverinho com um bolo de cédulas na mão.
O jovem Bruno Dias do Nascimento, de 17 anos, é um dos fãs que participaram do encontro. Sobre os "rolezinhos", Bruno diz: "A gente que é dessa idade gosta de extravasar". Já a fã Taís Oliveira, de 21 anos, defende que a "arruaça" durante "rolezinho" em dezembro no Shopping Metrô Itaquera, também na zona leste, foi fruto do oportunismo de quem não fazia parte do encontro.
Em nota, a assessoria do Shopping Center Penha afirmou que estava ciente do encontro de fãs do MC Chaverinho. "O Shopping Penha tomou conhecimento do evento por meio das redes sociais e a comemoração (do aniversário do MC) foi realizada do lado externo do empreendimento com um pequeno número de fãs." O centro de compras funcionou em horário normal.
Baixa presença
A concessão de liminar na Justiça contra o "rolezinho" não impediu que 50 jovens fossem ao Shopping Metrô Tatuapé, também na zona leste da capital, nesse fim de semana. Apesar da decisão judicial afixada nas entradas, prevendo multa de R$ 10 mil aos participantes em caso de tumulto, os seguranças foram orientados a acompanhar sem qualquer intervenção. Os adolescentes caminharam em grupos dispersos e não houve registro de violência.
Na página do evento do Facebook, organizado pelo produtor de bailes funk Duda Mel, houve adesão de pelo menos 1,2 mil internautas. "Esse é o décimo 'rolezinho' do qual participo", afirmou Duda Mel, que diz que o evento é rotineiro na capital paulista. "A gente combinou que não pode ter violência nem roubo", disse. De acordo com ele, que tem 22 anos, os "rolezinhos" são para se divertir, paquerar e conhecer gente nova. "A gente também consome. Acabei de fazer depilação a laser aqui e comprei uma revista", disse.
Precaução
Na entrada principal, havia segurança privada do shopping, além do apoio de funcionários da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e policiais militares. "Sabemos como é o perfil de quem faz 'rolezinho'", disse um dos seguranças. "Bonezinho, tênis, camiseta de marca conhecida", declarou. Segundo o funcionário, que pediu para não ser identificado, não há violência contra os jovens. "Só orientamos que eles não podem ficar aglomerados, pedimos para que se espalhem."

PM é suspeito de atropelar adolescente em SP

A mãe de um adolescente contou que ele relatou ter sido atropelado propositalmente por um carro da Polícia Militar na saída de um baile funk, na Vila Alpina, Zona Leste deSão Paulo, na madrugada de domingo (19), como mostrou o Bom Dia São Paulo.

Testemunhas disseram que os jovens que saíram de um baile funk estavam bêbados e que os policiais estavam muito nervosos.

No sábado, o adolescente de 16 anos foi com os amigos para um baile funk, na saída ele foi atingido pelo carro. A mãe, Rosimeire Marcelino, diz que o filho é calmo e que nunca arrumou confusão. Ela recebeu uma telefonema do médico que o atendeu no hospital da Vila Alpina.
“Ele me pediu para vir até o hospital, que ele estava ferido. Quando o meu filho pegou telefone, ele me pediu para vir porque a polícia tinha o atropelado e cortado a perna dele”, disse ao Bom Dia São Paulo. 

O dono da casa de festas conta que, às vezes, os vizinhos reclamam do barulho e a polícia é chamada. Naquela noite, os policiais usaram spray de pimenta contra um grupo de jovens.
“A molecada estava realmente exaltada, chapada de vodca, energético. A polícia se exaltou na operação deles”, afirmou Celso Queiroz, dono da casa de festas.
O jovem, que foi socorrido pelos amigos, foi operado na segunda-feira, mas ainda deve passar por mais uma cirurgia. “Dependendo se ele se adapta ou não com a placa que vai ser posta, ele vai precisar de seis meses para voltar a andar”, disse a mãe.

Rosimeire Marcelino disse que denunciou o caso para Corregedoria da Polícia Militar, que apura o caso. Na delegacia que investiga o caso, ninguém quis gravar entrevistas. As imagens de câmeras de segurança do bairro vão ser analisadas.

SP oferece clubes para pancadões após tumulto em baile funk

O prefeito Fernando Haddad (PT) disse ontem que clubes municipais podem abrigar bailes funks desde que eles não atrapalhem a vizinhança. São 300 em toda a capital e 12 já têm estrutura para funcionar nas madrugadas dos finais de semana.
A proposta foi feita um dia após um tumulto envolvendo PMs e integrantes de baile funk na Penha (zona leste), que acabou em quebradeira no comércio da região.
Incomodados com o som alto (o baile ocorria após às 22h), vizinhos acionaram a PM, que foi até o local e vetou o evento.
Parte dos cerca de 2 mil participantes do baile realizado na avenida Governador Carvalho Pinto interditou a avenida São Miguel jogando lixo na via e ateando fogo. Outros atacaram uma unidade do hipermercado Extra, na mesma avenida, e um posto de combustíveis, distante cerca de cem metros dali.
Quiosques instalados no hipermercado foram danificados, assim como a loja de conveniência do posto de combustíveis.
O grupo roubou produtos diversos, quebrou vidros e também atacou dois frentistas, exigindo que eles entregassem os seus aparelhos celulares. Imagens exibidas pelo "SPTV" mostram um deles tentando incendiar o posto de combustíveis.
O grupo só parou após intervenção da PM. A polícia tentará identificar os integrantes do tumulto por intermédio de imagens de câmeras de segurança. Segundo a PM, só neste final de semana foram recebidos 800 chamados com reclamações de barulho.

Moradores da Penha prometem fazer protesto contra bailes funk em SP

Moradores do bairro da Penha, na zona leste, prometem realizar no começo da noite desta segunda-feira (20) um protesto contra os bailes funk que acontecem na região.
Na noite de ontem, um grupo de jovens incendiou sacos de lixo e depredou e saqueou um supermercado Extra após a Polícia Militar interromper um baile. Ninguém foi preso.
O protesto de moradores deve começar por volta das 18h30. Eles prometem fechar a avenida Governador Carvalho Pinto como forma de protesto.
Eles reclamam que os bailes funk, que acontecem no meio da rua e chegam a reunir até 3.000 pessoas, prejudicam a entrada ou saída dos moradores.
Segundo eles, este é um fenômeno que vem crescendo a cada dia e a presença da polícia é pequena para coibir a violência e o som alto.
Por volta das 21h30 desse domingo (19), moradores da região ligaram para o 190 reclamando de um baile funk que acontecia em uma praça na avenida Governador Carvalho Pinto – a mesma que deve ser bloqueada na manifestação de hoje. Segundo a Polícia Militar, cerca de 2.000 pessoas participavam do baile.
Para dispersar o grupo, os policiais usaram gás lacrimogêneo, de acordo com a PM. Parte do grupo se deslocou para a avenida São Miguel e colocou fogo em sacos de lixo.
Outro grupo invadiu o supermercado Extra na mesma avenida e começou a depredar e saquear o local. Os jovens quebraram os vidros do supermercado e depredaram a porta do local. 

Audiência pública: Quanto valeu ou é por tiro

No dia 31 de janeiro, acontecerá  no Jardim Rosana, zona sul, a audiência pública: Quanto vale ou é por tiro. Iniciativa de movimentos sociais e das famílias vitimadas pelo Estado. A proposta é refletir e dialogar sobre a chacina que aconteceu há uma ano no bairro. Nesta ocasião, 7 pessoas foram assassinadas. O encontro iniciará às 14h e contará com a presença da comunidade, poder público e movimentos.
Esta é a segunda audiência realizada em busca de respostas e responsabilidades sobre mortes que aconteceram de maneira violenta, fazendo que comunidades assoladas pelo medo do tal “toque de recolher”, esvaziassem ruas, becos, vielas; transformando um lugar de alegria, paz e amor, num território marcado pelo medo – de morrer e sofrer pela morte de parentes e amigos. Mães superam a cada dia o desafio de manter a família unida, viva e seguir o percurso da vida no cotidiano ainda muito violento das periferias de São Paulo.
Diante do quadro de violência que a população pobre do Estado de São Paulo vem passando há anos, esta audiência tem uma importância atemporal, pois ela retrata a necessidade de uma dialogo entre governo, sociedade civil e população para lidar com a situação da (in)segurança pública.
Quando o cidadão viola qualquer tipo de lei ou comete uma “infração” é preso sem ser julgado, espancado sem ter culpa, humilhado publicamente. Porque quando o governo comete “erros” não pega por eles? É evidente que o poder público deve responsabilizado pelos seus atos.
A audiência pública reunirá governo e sociedade civil na perspectiva de conjeturar a situação das famílias vitimadas, mas também para todas outras que vem sofrendo com atitudes de um governo racista que executa diariamente uma política de higienização na cidade.
A audiência acontecerá a partir das 14h na Rua Reverendo Peixoto da Silva quadra do Dora, que fica no Jardim Rosana.
Serviço
Audiência pública: Quanto valeu ou é por tiro
Dia 31 de Janeiro às 14h
Endereço: Rua Reverendo Peixoto da Silva, Jardim Rosana, São PauloQuadra Dora Juacris
Contatos
União Popular de MulheresF.: 5841.4392 / 2307.7416Email – observatoriopopulardedireitos@gmail.com

Convite a Juventude de Terreiro


MC Kauan é preso por tráfico de drogas em São Vicente, SP

Prisão aconteceu na praia, na madrugada desta segunda-feira (20).
Cantor é bastante conhecido dentro do gênero 'funk ostentação
O cantor de funk MC Kauan, também conhecido como "Koringa", foi preso na madrugada desta segunda-feira (20) em São Vicente, no litoral de São Paulo. Com ele, foram encontrados 19 pinos de cocaína.

De acordo com informações da polícia, uma equipe fazia patrulhamento de rotina no bairro do Gonzaguinha, perto da Avenida Embaixador Pedro de Toledo, quando avistou MC Kauan no momento em que ele pegava uma sacola branca por meio da grade de um edifício. Em seguida, o cantor se dirigiu à praia.

A polícia seguiu o funkeiro, que tentou fugir quando foi abordado. Além da droga, ele portava uma grande quantia em dinheiro e 20 frascos de uma substância que ainda passará por averiguação, mas que a polícia acredita ser lança-perfume. O cantor declarou não ser o dono dos entorpecentes. O caso está registrado no 1° Distrito Policial (DP) de São Vicente.
MC Kauan
MC Kauan é um dos principais nomes do gênero chamado "funk ostentação". Ele ganhou o apelido de Koringa por se apresentar de cara pintada, com cabelo verde e boca vermelha, assim como o arqui-inimigo de Batman no filme "O cavaleiro das trevas".
Kauan faz sucesso desde 2006, quando lançou músicas como "Casa do coreano" e "Toca ninja". O funkeiro conta com pelo menos três páginas no Facebook, que somadas reúnem quase 1 milhão de fãs.

"Rolezinho" no Rio tem churrasquinho e baile funk; shoppings fecham as portas

O "rolezinho" marcado para este domingo (19) no Shopping Leblon, no Rio, movimentou o bairro.  Mesmo com o fechamento do estabelecimento, muitas pessoas se juntaram para apoiar o movimento, que teve início em São Paulo.
Ao som de funk, manifestantes improvisaram uma grelha e fizeram um churrasco na calcada da rua Afranio de Melo, diante de um dos mais luxuosos shoppings do Rio
Em clima de descontração, eles aproveitavam para protestar contra a violência policial e criticaram a decisão da administração do shopping de não funcionar neste domingo.  Lançavam ainda gritos de ordem, como "não vai ter Copa".
A movimentação no local era tranquila, apesar da forte presença de policias militares e de agentes da guarda municipal.
No Facebook, mais de 9 mil pessoas haviam confirmado presença no evento. Segundo a estimativa da Polícia Militar, aproximadamente 300 pessoas compareceram.
"Nossa crítica não é contra os moradores do Leblon ou o shopping, que é apenas um símbolo.  É contra o Estado que fomenta a desigualdade social não dando oportunidades e não fazendo programas de inclusão social", disparou Eron Morais de Melo, que vestia uma fantasia do super herói Batman.
Morador da comunidade Cerro Corá, no Cosme Velho, zona sul da cidade, Pedro Dias lamentou a decisão do estabelecimento. "O fato de fecharem as portas mostra o que os pobres representam e que incomodam", afirmou o jovem de 24 anos.
"Qual a imagem que o governo brasileiro quer passar? Que o direito de manifestação será duramente reprimido, inclusive com violência, e que le pode tratar isso com naturalidade?", questionou o advogado Mario Miranda Neto, que tentou derrubar a proibição judicial à realização do evento.
Uma porta de madeira tampava a entrada do estabelecimento e um aviso informava que  "visando garantir a segurança e o bem-estar de seus clientes, lojistas e colaboradores, o Shopping Leblon informa que estará fechado excepcionalmete hoje, domingo, 19 de janeiro".
Além do Shopping Leblon, que já havia avisado no sábado que não funcionaria, o Rio Design Leblon também não abriu por conta dos eventos.
Uma das entradas do Rio Design, na avenida Ataulfo de Paiva, na zona sul Rio, foi completamente coberta com tapumes a fim de evitar atos de vandalismo. Um aviso informava aos clientes que as atividades serão retomadas apenas amanhã.
"Acabou o último lugar onde a gente tinha sossego", disse uma mulher após ler o aviso, mas que não quis se identificar.
A segurança também está reforçada na rua Aristides Espínola, onde fica a residência do governador Sérgio Cabral, e na avenida Delfim Moreira.
Após a administração do Shopping Leblon ter obtido, na última quinta-feira (16) uma liminar na Justiça para impedir o "rolezinho" em suas dependências, foi convocado um evento semelhante com a presença de black blocs nas imediações da residência do governador. (Com Estadão Conteúdo)

Valesca Popozuda perde 10 quilos: “Afinei mesmo a barriga”

Valesca Popozuda está 10 quilos mais magra desde que começou se lançou em carreira solo. A interprete do sucesso “Beijinho no Ombro” contou ao jornal “Extra” deste domingo (19) que reduziu as medidas apenas controlando a alimentação e se dedicando aos ensaios de seu novo show.
“Consegui reduzir medidas, mas o bumbum e a perna acho que continuam iguais. Afinei mesmo a barriga, cintura e braços. Tenho ensaiado muito, então a dança acabou virando uma atividade física extra. Estou fazendo pilates também. Só a malhação que mudou: antes ia na academia três vezes por semana, agora malho duas ou três, tudo depende da minha agenda”, pontua.

Anitta recusa coroa de rainha de bateria em escola do Rio de Janeiro


Anitta recusou a coroa de rainha de bateria da escola de samba Império Serrano, sua escola do coração. Segundo informações do jornal “O Dia” deste domingo (19) a funkeira alegou não ter tempo para os ensaios da agremiação e por isso não poderia assumir o cargo tão cobiçado.

A cantora está se preparando para gravar seu primeiro DVD ao vivo no próximo dia 15, na Cidade Maravilhosa. Já o Império Serrano está sem rainha de bateria desde que Nicole Bahls foi destituída do cargo pro desacordo com os interesses da comunidade.

Hip hop ganha destaque em Mogi

Foto: Gustavo Rejani  Dois mil e treze foi importante para o crescimento do hip hop na Cidade. Exemplos disso foram a criação da Associação Mogiana de Hip Hop, da Casa do Hip Hop e os diversos eventos culturais ligados ao segmento que aconteceram durante o ano. Além disso, a Secretaria de Cultura dá cada vez mais espaço ao movimento.
Quem afirma isso é Clayton Gomes, mais conhecido como MC Acme, presidente da Associação. Para ele, a inserção do hip hop na sociedade é de extrema importância como ferramenta de inclusão social. “O projeto dos grafiteiros Nando e Galo, de ensinar os jovens do Conjunto Jefferson, é um modelo do que pode ser feito”, diz o MC.
Entretanto, ele ressalta que, para que o projeto dê certo, é preciso também a colaboração dos artistas que compõem os quatro elementos do gênero, que são DJ, Mc (mestre de cerimônias), B-Boy e o grafite. “Todos precisam ter documentos e se organizar, é preciso pensar também na parte burocrática”, destaca Acme.
O B-Boy Jefferson Moreira, chamado de Mr. Jeff, também concorda com as afirmações do MC. Ele completa dizendo que qualquer espaço que o Hip Hop ganhe é importante para que o público conheça cada vez mais o movimento e perca o preconceito e a resistência que às vezes são encontrados.
Ele cita eventos de breakdance que aconteceram no Teatro Vasques e acabaram aproximando o estilo de pessoas que nunca tinham tido algum contato com aquilo. “É legal você ver pais, mães, tios, avós conhecendo a cultura, nós apresentamos uma coisa nova e conhecemos a reação deles, é uma verdadeira troca”, afirma Jeff.
Outro destaque é a mistura que os eventos realizados proporcionam. Além de acontecerem em diferentes pontos e bairros da Cidade, eles acabam chamando atenção também de pessoas de outras cidades. “Mogi tem sido um berço para os MC’s, até os que costumam participar da batalha da Santa Cruz (uma das mais conhecidas da Capital) já vieram batalhar aqui”, conta o B-Boy.
Durante o ano, os artistas da Região tiveram também uma oportunidade de mostrar o seu trabalho em um evento de âmbito nacional. O Arena Mc’s Especial, que aconteceu em abril, na Praça Coronel Almeida, em frente à Catedral de Santana, teve MC Koell como vencedor. Isso levou o morador do bairro de Santa Isabel para disputar uma vaga, na Capital, na final do concurso nacional de Hip Hop, que aconteceu em Belo Horizonte.
As batalhas de MC’s inclusive já têm virado tradição para os mogianos. Agora, elas acontecem todas as sextas-feiras, também na Praça Coronel Almeida. A criação da Casa do Hip Hop é mais uma esperança de que o movimento seja cada vez mais divulgado. Tendo as atividades iniciadas durante a Vira Cultural de 2013, o espaço passa atualmente por uma reforma e deve ser inaugurado oficialmente em abril.
Organização
Atualmente, o Hip Hop tem alguns grupos espalhados pela Cidade. Segundo Acme, hoje, há 4 deles. A Action Family é um desses conjuntos, formado apenas por B-Boys. Na composição estão, além de Mr. Jeff, Renan Moreira, Jurandir Camini, Gilton de Souza e a única integrante feminina, Ellen Atala.
Os grupos são uma maneira de deixar o movimento mais organizado. Alguns deles têm mais de um elemento do estilo.
Dessa maneira, as coisas se tornam mais profissionais, possibilitando maior difusão e crescimento do Hip Hop no Alto Tietê. (Larissa Rodrigues - Especial para O Diário)


Ellen Santana, a Miss Bumbum e Tigresa do Funk realiza ensaio quente deixa marmanjos babando; Veja fotos

Dona de um bumbum de 106 cm, a morena caprichou nas poses e mostrou que estava à vontade durante a sessão de fotos .

A miss bumbum Ellen Santana que também é dançarina das tigresas do funk exibiu suas curvas generosas em seu mais novo ensaio sensual.

Dona de um bumbum de 106 cm, a morena caprichou nas poses e mostrou que estava à vontade durante a sessão de fotos.

Ela que também vem forte na disputa pelo título de miss bumbum 2014.


Funkeiro diz que 'rolezinhos' acontecem por falta de espaços

Em seus clipes, André Luiz Moura Pimentel aparece "daquele jeito": circula com notas de R$ 100, carrões e motos, roupas de marca e joias de ouro. "Se elas querem dinheiro, sabe, têm que vir ni mim", canta em "Plim Plim" —no repertório há também "Top do Momento" e "No Camarote".
André é conhecido como MC Danado, expoente do funk ostentação, som que faz a cabeça dos jovens adeptos dos "rolezinhos". Ídolo da rapaziada, acha "errado o que está acontecendo" nos shoppings e defende mais eventos culturais na periferia.
Na vida real, o ex-auxiliar de escritório e office-boy da zona leste diz não esbanjar. "Não vivo só do funk", conta ele, que hoje também é empresário. "Tenho que garantir um pé de meia."

sãopaulo - O que é um "rolezinho"?
MC Danado - Na minha época, era um lugar em que você se reunia para conversar, dar risada e ouvir música, como em um posto de gasolina. O que eu vi agora, com arrastões e brigas, não existia. Não apoio.
Faltam lugares para os jovens da periferia se divertirem?
Deveria ter eventos [públicos] em cada região da cidade. Em São José do Rio Preto (438 km de São Paulo) tem um espaço usado como estacionamento, com show de pagode e MC. Cada um vai com seu carro, que é cadastrado. Precisa ter isso porque, às vezes, a pessoa não tem aonde ir para se divertir. E o shopping sempre foi referência para qualquer cidadão.
Quando você começou a curtir funk?
Desde 2000. Fazia promoção de eventos, organizava matinês e fui acompanhando. Ouvia funk carioca —a raiz é lá, né? Fui uma vez num show, estava com dois amigos DJs, e eles me incentivaram a fazer minhas músicas. Escrevi uma que era só uma frase: "Toda Patricinha Sempre Ama um Vagabundo". Depois comecei a escrever coisas diferentes. O apelido Danado ficou depois que meu primo colocou na divulgação de uma festa que fizemos.
O que acha de festas de funk na rua?
É para o pessoal da comunidade. Deveria ter, mas com um apoio maior do governo, e não vista grossa. Esses encontros existem em todas as tribos. Quem é que não gosta de ir numa praça?
Você tem uma vida de ostentação, como nos seus clipes?
Não. É um lazer, ostento para a minha família. Não é nada de ficar esbanjando. O clipe é uma situação, a vida real é outra coisa.
Com o que você gasta dinheiro?
Gasto com o meu filho e ajudo meu pai e minha mãe. Também gosto de andar com um carro confortável e dar rolê no shopping. 

Eu Amo Baile Funk no Barra Music

Valesca Popozuda e Mc Marcinho agitam a véspera de feriado


O palco do Barra Music recebe o evento “Eu Amo Baile Funk”, com apresentações deValesca Popozuda e Mc Marcinho, neste domingo, dia 19 de janeiro, para agitar a véspera de feriado carioca.

Entre as muitas atrações da noite, estão os Mc's Cidinho, Sabrina, Duda do Borel, Mascote, Neném, Junior e Leonardo, os DJ's Gasparzinho, Grandmaster Raphael e Grazy e o grupo de passinho Os Descolados.

Anitta é a apresentadora do Sai do Chão no próximo domingo

A cantora Anitta se arrisca como apresentadora na próxima edição do programa Sai do Chão, da Globo. Ela comanda a atração ao lado de seus convidados, como MC Sapão, Preta Gil e Sorriso Maroto. Linda em um vestido branco, a artista realiza o sonho de ser apresentadora e ainda conta mais detalhes de sua carreira de sucesso.
Na atração, Anitta canta alguns de seus hits. Com MC Sapão, ela agita o público ao som de Show das Poderosas, Original e Tô Tranquilão. A morena ainda divide os microfones com Preta Gil nas músicas Menina Má e Take it Easy. Com o grupo Sorriso Maroto, a artista canta Meiga e Abusada e Vai e Chora.
Nos bastidores do Sai do Chão, Preta ainda revelou o significado da expressão ‘mana que é mana não deita’, que virou o título de um hit ao lado de Anitta. “A gente não dá o braço a torcer. É guerreira e não deixa se entregar”, explicou ao site oficial do programa.