VETO A ROLEZINHO CONSAGRA O APARTHEID BRASILEIRO



A lei é clara. Define como como crime "recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador" e as penas de reclusão variam de um a três anos; foi exatamente isso o que aconteceu ontem no shopping JK Iguatemi, quando uma triagem, respaldada por liminar judicial, impediu a entrada de jovens da periferia; em Itaquera, na zona leste, jovens foram agredidos com balas de borracha e cassetetes; repressão aos "rolezinhos" explicita o quanto o Brasil ainda tem que avançar em matéria de igualdade; ontem, três jovens foram presos em São Paulo

Em janeiro de 1989, ainda no governo do ex-presidente José Sarney, foi promulgada a Lei 7.716, que define os crimes de preconceito de raça ou de cor. O artigo quinto é claro e define como crime "recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador". As penas de reclusão variam de um a três anos.
Foi exatamente isso o que ocorreu ontem no shopping JK Iguatemi, do empresário Carlos Jereissati, quando seguranças do shopping fizeram uma triagem para definir quem poderia entrar e quem deveria ficar de fora – no segundo grupo, estariam todos aqueles que tivessem aparência de jovens da periferia, ou seja, pardos ou negros.
Cientes de que não poderiam discriminar clientes de forma tão explícita – até porque a lei 7.716 é clara e tem penas severas –, os donos do shopping só conseguiram fazer a triagem porque obtiveram uma liminar judicial. Ou seja: o preconceito foi respaldado pela Justiça. Temia-se que jovens da periferia realizassem no JK Iguatemi, Meca do luxo, em São Paulo, um "rolezinho" – manifestação que afirma a identidade desses jovens e tenta mostrar para a sociedade que não são invisíveis ou cidadãos de segunda classe. No entanto, com a liminar, a Justiça contribuiu para que fosse erguida, em São Paulo, a muralha do preconceito (leia maisaqui).
Diante disso, o blogueiro Eduardo Guimarães, colunista do 247, afirma que um direito constitucional dos jovens da chamada nova classe média foi violado (leia aqui). E o sociólogo Rudá Ricci compara o rolezinho ao movimento "occupy" – a diferença é que, desta vez, exercido por cidadãos da perifeira (leia aqui).
Tão grave quanto o ocorrido no JK Iguatemi foi o desfecho do "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de São Paulo. Lá, os jovens foram agredidos com cassetetes e balas de borracha pela polícia, sem que tivesse havido qualquer registro de violência. Disse o básico: que todos os cidadãos americanos, independente da cor ou da aparência, têm direito de frequentar os mesmos estabelecimentos.

a periferia reinventada

As palavras são do funkeiro Mc Guime, esbanjando sem pudor o carro, o champagne e a mina no camarote fechado. Guime é um dos nomes do funk ostentação, fenômeno que, só no canal do produtor de vídeoKondzilla no YouTube, já tem mais de 50 milhões de visualizações.
Faria sentido pensar que Mc Guime é tipicamente popular entre a classe média e alta, classes que rapidamente elegem seus ídolos como representantes de si mesmos. Mas como explicar que, mesmo esbanjando luxos como o Rei do Camarote, a periferia continua fiel aos MCs e vice-versa? E até onde há motivo para controvérsia?
O documentário do Kondzilla, produtor de clipes de funkeiros no estilo funk ostentação, coloca ainda mais lenha na fogueira sobre esse estilo controverso de se fazer funk. Conforme nos contam, os contornos mais definidos começaram em Santos, e o estilo ganhou adeptos fora das comunidades. Isso, por si só, já é explosivo: invade o funk paulista, conhecido por ser poesia de resistência e até violento, até o funk carioca, notadamente hedonista. Assim começa, entre os próprios artistas, a polêmica: os meninos franzinos do litoral de São Paulo influenciando o eixo estabilizado, dos bonés e calças largas de São Paulo até a babilônia dos morros do Rio.
Mas não para por aí, porque até onde transparece, a influência veio como acontece na indústria musical: um faz, outro homenageia, outro adapta, e a música se transforma. Inflamados mesmo estão os debates entre intelectuais e acadêmicos, que procuram se integrar, entender, defender e até se associar a movimentos iniciados por comunidades carentes. Os humanistas estão nos protestos, na mídia Ninja, no Fora do Eixo, estudando alternativas ao capitalismo violento que formou a sociedade brasileira, essencialmente classicista e cheia de preconceitos, e ensinando o vocabulário acadêmico para estes agentes de transformação: em entrevistas, eles aparecem usando termos como “pós-marca”, “subjetividade”, “precariado cognitivo”.
Este apoio quase irrestrito — basta ver o uníssono acadêmico quando se fala no seu popstar mais festejado, Pablo Capilé e o Fora do Eixo — se divide no movimento do funk ostentação. De maneira geral, os estudiosos querem ver alternativas ao capitalismo, ruptura, negação, e não um hack interno, ainda que muitas dessas alternativas não sejam novas (embora refashionadas, renomeadas com neologismos). Desejável é, até agora, o “hack externo” (“não sou capitalista, mas um organismo memético que age como tal para explorar o sistema de fora dele”). No funk ostentação, não: ali “o sistema é nosso”.
Feito este ensejo bem resumido da estrutura teórica onde parecem operar estas manifestações sociológicas, vamos a alguns dos efeitos. Para começar, o que é argumentado no documentário do Kondzilla é que os funkeiros começaram a “dar ideia” aos seus fãs de que legal não é destruir o sistema, mas conquistá-lo. Não se incita a violência, a resistência, a transformação política, mas a curtição de uma balada onde se tem grana para gastar. E, segundo os pioneiros, isso acabou estimulando estes jovens a tentar sua chance através do próprio sistema. Seria portanto combinação de estudo, trabalho e oportunidade? Se sim, estamos vendo a manifestação política sair do discurso e entrar na prática, como efeito, por exemplo, de um país com emprego e mobilidade social.
Talvez a periferia esteja se reinventando, afastando-se da autopiedade necessária a uma sociedade onde o rótulo de pobre era permanente: o pobre entendendo-se como pobre, e sabendo que o será até morrer, desenvolve o orgulho de classe necessário à sua dignidade. Numa sociedade com mobilidade social, este rótulo pode ser visto como um entrave à tentativa de mudar de vida: exorciza-se o engessamento social ostentando a riqueza, ao mesmo tempo que não se abandona os valores e as origens dos que emergem. Periferia, assim, deixa de ser sinônimo de pobreza e passa a ser sinônimo de uma cultura descolada de classe social — como é verdade em muitos países da Europa, que têm sociedades organizadas por hábitos, preferências e escolhas, e não necessariamente poder aquisitivo.

Já vimos essa história? Sim, já vimos, com os americanos, na máxima do 50 Cent por exemplo, “get rich or die trying”. E é aí que mora o perigo, porque o capitalismo americano é considerado no Brasil como a causa de quase todas as nossas mazelas: um sistema excludente, de exploração, onde a pobreza e a riqueza contrastante são sinais de sua robustez. Características que não deixam de ser verdade, em especial quando vemos a América depois da crise de Wall Street em 2008. Mas é preciso perceber que as mazelas brasileiras não podem ser todas fruto do capitalismo americano. Essa crítica ferrenha se consolidou quando o Brasil era visto na divisão internacional do trabalho simplesmente como “mão de obra barata”, ainda com o estigma de sermos “colônia de exploração”. Ainda é esse o nosso papel ou estamos caminhando para a nossa própria versão do capitalismo? Afinal, existem várias: a da Europa, a dos países nórdicos, a da China (e talvez em breve a do Uruguai, com Pepe Mujica?).

MC Sapão faz show em Resende, RJ

Cantor se apresenta no Celeiro, nesta sexta-feira, 10.
Ingressos custam R$ 15 (mulher) e R$ 25 (homem).


O funkeiro MC Sapão se apresenta nesta sexta-feira (10), em Resende, RJ. O artista sobe às 23h ao palco do Celeiro, que fica na Avenida Coronel Mendes, nº 269, no bairro Manejo. Além do cantor carioca, a festa também recebe o grupo de pagode Jeito Carioca e o DJ Wellington. A classificação é 18 anos.
Segundo a organização da atração, os ingressos custam R$ 15 (mulher) e R$ 25 (homem) e podem ser comprados na bilheteria da casa de eventos.

São José regulamenta Lei do Silêncio e abre guerra ao funk

Sancionada por Itamar Coppio, nova legislação sobre perturbação do sossego deflagra ofensiva contra bailes funk na periferia
Lauro Lam
Especial para O VALE 
A Prefeitura de São José dos Campos regulamentou a lei de perturbação do sossego público, a Lei do Silêncio.
Assinada ontem pelo prefeito em exercício, Itamar Coppio (PMDB), decreta guerra aos fluxos do funk, que acontecem principalmente na zona sul.
De autoria da vereadora Ângela Guadagnin (PT), o projeto de 10 páginas e 26 artigos estabelece níveis variados de som para mais de 200 itens que podem tirar o sossego público.
Será permitido o limite de até 85 decibéis durante o dia e 45 decibéis à noite. Dentro das indústrias, 70 decibéis de dia e 60 decibéis à noite.
As multas para quem desrespeitar a nova lei variam de R$ 500 a R$ 20.000. Elas foram classificadas em leve, grave e gravíssima.
No primeiro momento, a prefeitura vai fazer uma campanha de conscientização. Depois, começam as fiscalizações e autuações. Serão medidos os níveis de sons em carros, estabelecimentos comerciais, construtoras e até em reparos nas casas.
"A intenção não é arrecadar dinheiro através das multas. Queremos melhorar a qualidade de vida da população", disse Itamar Coppio.

Fiscalizações. 

Um convênio foi firmado entre a Prefeitura e a Polícia Militar para a elaboração de planos de ações.
A Guarda Municipal conta com oito decibelímetros, aparelho que mede a pressão sonora, e 100 fiscais. As punições leves serão aplicadas para quem estiver 10 decibéis acima do permitido. As graves de 10 a 30 decibéis e a gravíssima acima de 30 decibéis.
"Não importa o horário do ruído. Se passar dos limites será autuado", explicou o secretário de Defesa do Cidadão, José Luís Nunes.

Fluxo. 

No alvo da nova lei está o fluxo do funk.
O comandante da PM, major Júlio Acioly, disse que a nova lei vai ajudar no combate aos bailes. "Antes, três vítimas tinham que se identificar, encarar os infratores e ainda sustentar a acusação na Justiça. Muita gente desistia. Agora, poderemos garantir o sossego."


SAIBA MAIS

O que diz a lei 
Permitido 85 decibéis no dia e 45 à noite. Indústrias também serão fiscalizadas: 70 decibéis de dia e 60 decibéis à noite 

85 decibéis 

É comparado a um liquidificador ligado ou a um despertador de campainha 

Punções
Variam de leve, grave e gravíssima. Vão de R$ 500 a R$ 20.000 

No alvo das ações 

O som dos carros 

Convênio 

Guardas municipais agirão em parceria com a Polícia Militar 

FiscalizaçõesComeçarão pela Avenida Anchieta e Zona Sul de São José 

Valesca Popozuda e DJ Marlboro comandaram o baile funk do Encontro

MC Gui e o grupo Conexão Baixada também agitaram o programa



Encontro desta sexta-feira foi no clima do batidão do funk! Valesca Popozuda, DJ Marlboro e MC Gui fizeram todo mundo descer até o chão no programa. O sucesso "Beijinho no ombro", de Valesca, levou a galera à loucura! O grupo Conexão Baixada também apresentou a música "Selva de Pedra", trilha sonora de Amor à Vida.

Mc Priguissa grava DVD

A rima mais afiada do raggamuffin natalense fará seu primeiro registro em vídeo. O MC Priguissa, nome popular em várias pistas da noite natalense, abrirá o Pepper’s Hall neste sábado para o show de gravação do seu primeiro DVD. Para incrementar a festa, a noitada terá as presenças dos DJs Samir e Nato, banda DuSouto, e participação especial do Agregados Família do Rap, em rara aparição nos palcos. 
Priguissa começou no hip hop, em 2003, mas foram os beats modernos da Jamaica que tomaram conta das suas rimas. O dancehall e o ragga são filhos mais novos do reggae, feitos com programações eletrônicas, efeitos especiais e timbres sintéticos. O calor vem das rimas do MC, que põe o verbo para acompanhar as batidas graves e sinuosas. Na sua levada de forte acento potiguar, Priguissa emplacou hits locais como “Essa boe”, “Amor bandido”, “Jeito sensual”, “Mulher verão” e “Uma tequila”, entre outras. 

Antes de se lançar como artista solo, Priguissa participou de vários grupos de rap em Natal, e ganhou destaque local quando emplacou a música “Nordeste” na programação do Festival MPBeco de 2008. Em 2008 lançou seu primeiro álbum, “Original Raggamuffin de Natal – Vol. 1”, com participações de Mr Catra, DuSouto, e DJs da França e Portugal. 

Serviço:
MC Priguissa no Pepper’s Hall. Sábado, às 22h30. Vendas nas Chilli Beans do Via Direta, Praia Shopping e Midway Mall. Tel.: 3236-2886. 

Funk-sertanejo 'Louquinha' foi música mais tocada na noite do país em 2013

O funk "Louquinha", de Dennis DJ, foi a música mais tocada em casas de diversão (como boates, bares e clubes) no Brasil, segundo levantamento feito pelo Ecad, órgão privado que arrecada e distribui recursos obtidos com direitos autorais no Brasil.
A pesquisa traz uma prévia que considera o período de janeiro a setembro do ano passado, baseada em amostras certificadas pelo Ibope, de acordo com o órgão. Além das casas de diversão, foram consideradas as músicas tocadas em rádios e estabelecimentos com música ao vivo.
A campeã "Louquinha" foi gravada também em versão sertanejo pela dupla João Lucas e Marcelo. Os hits "Amor de Chocolate", de Naldo Benny, e "Gatinha Assanhada", Gabriel Valim e Alex Ferrari, surgem em segundo e terceiro da lista das mais tocadas em boates, drinqueria e clubes.



Nas rádios, "93 Million Miles", de Jason Mraz, e "Don't You Worry Child", do grupo de DJs Swedish House Mafia, foram as mais tocadas, seguidas por "Esse Cara Sou Eu", de Roberto Carlos.
Considerando apenas a região Sudeste, "Diamonds", de Rihanna, "Don't You Worry Child" e "Million Miles" foram as mais tocadas.
Nos estabelecimentos com música ao vivo, "Parabéns a Você" é a campeã.
Veja o ranking com as primeiras colocadas em cada categoria:
Mais tocadas em casas de diversão
  1. Louquinha - Dennis Dj
  2. Amor de Chocolate - Naldo Benny
  3. Gatinha Assanhada - Gabriel Valim e Alex Ferrari
  4. Don't You Worry Child - Axwell / Sebastian Ingrosso / Steve Angello / Michel Henry Allan Zitron / Martin John Lindstrom
  5. Camaro Amarelo - Marcia Araujo / Marco Aurelio / Thiago Machado / Bruno Caliman
  6. Show das Poderosas - Anitta
  7. Sinal Disfarçado - Raynner Sousa e Bigair Dy Jaime
  8. Titanium - Sia / Ggiorgio Hesdey Tuinfort / David Guetta / Afrojack
  9. Diamonds - Storleer Eriksen Mikkel / Tor Erik Hermansen / Sia / Benny Blanco
  10. Gangnam Style - Keon Hyung Yoo / Jai Sang Park
Rádios Geral
  1. 93 Million Miles - Jason Mraz / Daly Michael / Natter Michael Lee
  2. Don't You Worry Child - Axwell / Sebastian Ingrosso / Steve Angello / Michel Henry Allan Zitron / Martin John Lindstrom
  3. Esse Cara Sou Eu - Roberto Carlos
  4. Vidro Fumê - Carlos Colla / Kaliman Chiappini
  5. Vagalumes - Léo Cunha / Ivo Mozart / Tomim / Adr
  6. Diamonds - Storleer Eriksen Mikkel / Tor Erik Hermansen / Sai / Benny Blanco
  7. Amor De Chocolate - Naldo Benny
  8. Te Esperando - Bruno Caliman
  9. Sogrão Caprichou - Marcia Araújo / Bruno Caliman / Luan Santana / Cristiano Savatti
  10. Locked Out Of Heaven - Phillip Lawrence / Bruno Mars / R E
Música ao Vivo
  1. Parabéns A Você - Léa Magalhães / Mildred Junius Welch Hill / Patty Smith Hill
  2. Flor - Zé Henrique / Renato Barros
  3. Sinal Disfarçado - Raynner Sousa / Bigair Dy Jaime
  4. Camaro Amarelo - Marcia Araújo / Marco Aurélio / Thiago Machado / Bruno Caliman
  5. Esse Cara Sou Eu - Roberto Carlos
  6. Gatinha Assanhada - Gabriel Valim / Alex Ferrari
  7. Ainda Bem - Arnaldo Antunes / Marisa Monte
  8. Louquinha - Dennis Dj / Dennis Dj
  9. Só Vou Beber Mais Hoje (vou Parar) - Thales Lessa
  10. Chão De Giz - Zé Ramalho


MC Guimê leva seu funk ostentação à balada de luxo

O funkeiro do momento, MC Guimê, faz apresentação única no luxuoso Club A nesta sexta (10).
Conhecido pelo funk ostentação, o artista embala a noite com seus sucessos como "Tá Patrão", "Na Pista, Eu Arraso", "País do Futebol" —que, no clipe, tem participação do jogador Neymar — e "Plaque de 100", que tem mais de 41 milhões de views no YouTube.
O funkeiro fala sobre uma vida recheada de carros e motos importados e muito dinheiro. A letra de "Plaque de 100", por exemplo, diz "Contando os plaquê de 100, dentro de um Citroën/ Aí nóis convida, porque sabe que elas vêm/ De transporte nois tá bem, de Hornet ou 1100, Kawasaky tem Bandit, RR tem também".
O INÍCIO
MC Guimê tem origem humilde. Abandonado pela mãe ainda bebê, o jovem de 20 anos foi criado pelo pai em Osasco apenas com o necessário. Hoje, com a média de 40 shows ao mês, concilia também apresentações em rádios e TVs.
Club A - av. das Nações Unidas, 12.559, piso C (Entrada pelo lobby do Hotel Sheraton WTC). Tel. (11) 3043-8343. Proibido para menores de 18 anos e pessoas trajando camisetas regatas, bermudas, chinelos e sandálias. Sex. (10): 21h. Ingr.: M R$ 40 /H R$ 60 (com nome na lista até 00h); M R$ 50 /H R$ 70 (com nome na lista após 00h); M R$ 50 revertido em consumação /H R$ 70 revertido em consumação (Sem nome na lista). Reservas e informações: clubasaopaulo.com.br.

Só as novinhas! Micaela cria grupo de funk

Inspirada pelas palavras de Babette, a menina decide lançar o 'Mika e as Miquetes' para cantar músicas direcionadas a quem sofre por amor

Gnt, para tudo! Parece mesmo que Micaela (Lais Pinho) já encontrou o caminho da superação. Encorajada pela cantora Babette (Kacau Gomes), a menina transforma todo seu sofrimento porMartin (Hugo Bonemer) em letra de música e, com visual de funkeira, comunica às MICAs que criou um grupo: o "Mika e as Miquetes". Promete, hein!
As meninas vibram com a ideia. A única que se nega a ser "Miquete" é Flaviana (Anna Rita Cerqueira), que se dispõe a ser empresária do grupo. Micaela concorda. "Tudo bem. Desde que você consiga passar uma mensagem pra todas as meninas que, assim como eu, sofrem por amor!", diz. Então, a mais nova funkeira do pedaço liga o som e começa a cantar sua música, acompanhada pelas meninas.
E aí, gnt, será que vai virar hit? Não perca essa cena inusitada que vai ao  ar nesta quinta-feira, dia 09/01. E saiba mais sobre o capítulo aqui.

'Louquinha', híbrido de funk e sertanejo lidera lista das mais tocadas em 2013

Levantamento das mais tocadas do Ecad é apenas um indicativo do que se ouve no País


O ano de 2013 foi o ano em que o funk se tornou rentável para o sistema mainstream da música. As músicas Louquinha, de Dennis DJ (originalmente um funk, mas gravada como um híbrido pelos sertanejos João Lucas e Marcelo), e Amor de Chocolate, de Naldo Benny, foram respectivamente a primeira e a segunda colocadas no ranking das casas de diversões (as músicas mais tocadas em boates, drinquerias e clubes) do ranking do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos (Ecad), que teve uma prévia divulgada nesta quinta-feira.

"Loooooouca, louquinha/Dá uma empinadinha/Dá uma agachadinha/Você tá soltinha/Qué isso, gatinha?", diz a letra, um primor de elaboração formal que virou sucesso dos rala-buchos de periferia às academias de classe média alta de São Paulo.

Além delas, Anitta (com Show das Poderosas) ficou em 6º no ranking das casas de diversões e em 12º no ranking das rádios AM e FM. MC Bola, com Ela é Top, ficou em 11º nas casas de diversões.

O sertanejo universitário continuou rendendo bem, a exemplo de 2012, com Flor (Zé Henrique e Gabriel), Camaro Amarelo (Munhoz e Mariano), Sinal Disfarçado (Zé Ricardo e Tiago), Gatinha Assanhada (Gusttavo Lima) e Vidro Fumê (Bruno e Marrone) ocupando lugares estratégicos em todas as listas. No setor de música ao vivo, seis músicas são do estilo.

Com Esse Cara sou Eu, sucesso lançado em novembro de 2012, Roberto Carlos entrou no vácuo de 2013 e continuou frequentando bem o dial das rádios (é o terceiro mais tocado nas rádios em geral) e os shows ao vivo (ocupa a 5ª colocação nesse ranking). Mas Roberto não reinou no setor de casas de diversões, sumindo desse ranking.

Entre os internacionais, destacou-se nas rádios brasileiras o trio sueco Swedish House Mafia, de house progressiva, em segundo lugar geral no dial AM e FM com o hit Don't You Worry, Child - o folk singer Jason Mraz ficou na ponta do ranking, como 93 Million Miles. O indefectível Calvin Harris, com Feel So Close e We Found Love, dominou nas casas de diversões.

O clássico Parabéns a Você (primeiro lugar no setor de música ao vivo) nunca é derrubado do ranking, assim como Flor de Lis (Djavan) e Tempos Modernos (Lulu Santos).

A lista de mais tocadas do Ecad são apenas um indicativo do que se ouve no País, já que há um questionamento da amplitude da medição do escritório. Mas um indicativo, segundo o Ecad, baseado em amostras certificadas pelo Ibope.


De Frente Com Gabi reexibe entrevista com Anitta

No “De Frente Com Gabi” deste domingo, 12 de janeiro, Marília Gabriela reexibe a entrevista com a cantora Anitta. Nascida no Rio de Janeiro há 20 anos, ela ganhou o troféu “Revelação Funk” e seu sucesso, “Showdas Poderosas”, tem mais de 35 milhões de acessos no YouTube. Anitta faz em média 30 shows por mês e está nas top lists de todas as rádios do Brasil. Na entrevista ela fala sobre sua carreira, sua história, sobre sucesso e vida pessoal.

Confira abaixo as melhores frases da entrevista:
· O que é pop? O que é funk? Eu canto música popular para as pessoas.
· Tudo que aprendi na música foi na igreja, na prática. Eu fiquei anos na igreja.
· Meus fãs sabem que sou muito sincera, mas tive que aprender a lidar com isso.
· Detesto gente puxa-saco, que diz que eu estou linda sempre e que eu nunca erro.
· Não fico com as pessoas como quem troca de roupa. É muita modernidade para mim.
· Na minha família, minha mãe e meu irmão têm a senha do meu cartão (de crédito). Se eu não puder confiar na minha própria família, eu prefiro nem viver.
· Não fizemos nada para que a música tocasse no exterior. Está acontecendo espontaneamente.
· No início eu tinha um mau gosto… Tem roupa que hoje eu olho e penso: “eu usava isso?!”.
· Hoje consigo transformar um cafajeste em um príncipe. A mulher consegue, com o jeito dela, fazer as pessoas gostarem e respeitarem ela. Isso para mim é ser poderosa.

O “De Frente Com Gabi” vai ao ar neste domingo, 0h, logo após o Programa Silvio Santos.

DJs e fãs fazem versões rock, house, folk e acústica de 'Beijinho no ombro'

Hit de Valesca Popozuda ganha diversas releituras de carona no sucesso.
Funk vira balada suave e tem misturas com Kiss, Avicii e Britney; ouça.

"Beijinho no ombro", de Valesca Popozuda, ganhou várias versões por DJs e fãs no YouTube, que transformam o funk original em rock, folk, dance music e outros estilos. O clipe oficial, lançado no dia 27 de dezembro, já tem mais de 1,8 milhão de visualizações em menos de duas semanas. Veja letra e ouça "Beijinho no ombro" de Valesca Popozuda.
De carona no sucesso da carioca, uma das releituras, do DJ Funkzomba, que mistura o hit de Valesca com "Wake me up", de Avicii, já foi ouvida mais de 70 mil vezes. Já o vídeo em que Mariana Bortolotto refaz a música só com voz e ukulele já supera as 77 mil visualizações e inspira novas versões.
Conheça abaixo algumas versões de DJs e fãs para "Beijinho no ombro":

Do frevo ao funk: prévias de Carnaval aquecem o Recife e Olinda

Bonde do Tigrão, Titãs, D2, Claudinha e Saulo são algumas das atrações.
Muitos blocos já anunciaram datas, atrações e preços das prévias.
O carnaval cai em março, o que para muitos pernambucanos significa mais tempo para curtir as prévias. Aos poucos, os blocos vão anunciando datas, atrações e preços das festas em Olinda e no Recife. Tem opções com artistas do rap, rock, axé, pagode e sertanejo. Bonde do Tigrão (foto), sucesso entre as tchutchucas nos anos 2000, estreia na semana prévia da capital. O frevo sempre é lembrado. OG1 listou alguns eventos por ordem cronológica.

Rebylleurias
A prévia é neste sábado (11), na Ribeiro Recepções, na Praça do Carmo, em Olinda. A concentração e festa interna das 13h às 18h, com saída do cortejo. O desfile termina às 20h, na sede do bloco, na Rua do Bonfim.

O Menino da Tarde
O baile em comemoração aos 40 anos do bloco será na Arena Vip, em Bairro Novo, Olinda, a partir das 19h deste sábado (11). As atrações e preço dos ingressos não foram informados. No domingo (12), a agremiação desfila pelas ladeiras do Sítio Histórico. A concentração será a partir das 15h, no Largo do Guadalupe, e o desfile termina no Clube Vassourinhas.

MC Beyoncé lança nova música e prepara CD para Março

Depois de ser conhecida como MC Beyoncé, a funkeira MC Ludmilla resolveu trocar de nome e lançou, quarta-feira (8) a sua nova música de trabalho "Sem Querer".


Conhecida pelo hit "Recalcada", a cantora agora investe num funk menos agressivo, mas com a mesma pegada feminista.

A nova música é um pedido de desculpa para um garoto que se apaixonou pela MC. Na letra, ela diz que é da balada, que não tem hora para chegar e gosta de beber uma cerveja gelada. "Sem querer roubei seu coração. Desculpa, meu amor, não tive a intenção. Por favor, desgoste de mim pois eu não mereço ser amada assim. Não sou de uma pessoa só, não curto amores, curto sabores...", diz a canção.

De acordo com a gravadora Warner, MC Ludmilla lança um novo trabalho no mês de Março.

Fãs criticam participação do MC Valter no 'BBB' e rappers o apoiam

Músicos como Emicida, Rappin Hood e Max B.O. defendem a ida do amigo para o reality show: "Para ele, como artista, a visibilidade é importante"


A participação do rapper Valter Araújo, conhecido como Slim Rimografia, no "BBB 14" está gerando polêmica entre os fãs de rap. Na página oficial dele no Facebook, alguns seguidores consideraram a decisão do músico entrar em um reality show ser contra o movimento hip hop. “Manchou o rap, traiu a cultura”, disse um  deles. "Não sabia que você era de plástico, perdeu meu respeito", falou outro. Tiveram também aqueles que o defenderam. “É oportunidade de difundir a cultura do rap”, opinou um seguidor.
Enquanto os fãs debatem sobre a ida de Slim para o programa, cantores e MCs brasileiros tem apoiado a sua decisão. Rappin Hood, que conhece Slim há muitos anos, foi a favor da entrada dele no "BBB". “Ele tem que ser feliz, o rap tem que ser feliz. Deixa o cara, é merecedor, está sempre na luta. É uma escolha dele, se ele achou importante, tem mais que participar. O que importa é ele fazer rap bom, ter boas atitudes. Tomara que ele ganhe e grave muitos discos”, comentou em conversa com o EGO.
Rappin Hood ainda lembrou que Slim sempre batalhou por sua carreira e tem uma vida humilde. “Ele é pobre, já vendeu seus CDs em ônibus até”, contou.
Max B.O., também amigo de Slim, apresentador do programa “Manos e Minas”, da Cultura, também defendeu o rapper. “Não tenho nada contra ele entrar no ‘BBB’. Ele é uma pessoa que já tem sua credibilidade no universo do hip hop”, declarou. Para Max, Slim nunca teve um posicionamento político-social que fosse contra a sua participação em programas de televisão. “Ele faz uma música mais abrangente. Talvez, se fosse outro rapper, poderia ser estranho”.
Max crê que a participação de Slim será positiva tanto para o cantor, quanto para o movimento hip hop. “O hip hop vai aparecer mais.  Ele vai ser como um apresentador de um programa, só que não estará sozinho. Para ele, como artista, a visibilidade é importante. Nem sempre nossa música consegue atingir tanta gente. Se ganhar, ele vai poder investir em sua música, em seu selo”, disse. O apresentador acha exagero as críticas de que Slim “se vendeu”. “É complicado dizer isso de um cara que coloca suas músicas de graça na internet”, afirmou.
Emicida, outro amigo de Slim, chegou a mandar uma mensagem em seu Twitter o defendendo. “Às vezes, Jesus se disfarça de Slim no 'BBB' pra ver se vocês tem mais alguma coisa pra fazer da vida além de cuidar da dos outros”, disse. Já Criolo, preferiu não opinar. “Por conhecer o Valter e respeitá-lo, acima de tudo, como um amigo, Criolo prefere não se manifestar sobre o assunto no momento”, comunicou sua assessoria.

Haddad veta projeto que proibia realização de bailes funk em SP

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), vetou na íntegra o projeto de lei 02/2013 que proíbe a utilização de vias públicas para realização de bailes funk e  de qualquer outro evento musical não autorizado pela Prefeitura.
Nas razões de veto publicadas nesta quarta-feira (8) no Diário Oficial, Haddad alegou que os objetivos do projeto já são atendidos pela legislação em vigor.

 Também ressaltou que o artigo 5º do projeto, que previa encerramento das atividades até as 22h, inviabilizaria eventos como a Virada Cultural e a festa de final de ano na Avenida Paulista.

O prefeito afirmou ainda que, no que diz respeito à fiscalização, o objetivo da proposta encontra-se integralmente atendido pela Lei nº 15.777, de 29 de maio de 2013, que proíbe a emissão de ruídos sonoros de aparelhos de som instalados em veículos automotores estacionados.
O prefeito diz ainda que o "funk é uma expressão legítima da cultura urbana jovem, não se conformando com o interesse público sua proibição de maneira indiscriminada nos logradouros públicos e espaços abertos."
Ex-comandante da Polícia Militar, o vereador Coronel Camilo (PSD) afirma que o projeto de lei  2/2013 complementaria a lei 15.777.  Camilo afirmou no momento da aprovação da proposta  que conversaria com a equipe de Haddad para mostrar a importância da sanção do projeto.

O vereador afirmou na época que os bailes funk são um problema na cidade não alcançado pelo programa de silêncio urbano (PSIU), da Prefeitura, porque não atua na rua, e nem pela polícia, que precisa de ferramentas mais fortes para atuar. Ele destaca que os projetos não inibem atividades culturais, apenas determina que sejam autorizadas. E sugere que a Prefeitura crie espaços apropriados para essas atividades.

Perfil
O projeto 2/2013 estabelece que fica expressamente proibida a utilização de vias públicas, praças, parques e jardins e demais locais públicos para esse tipo de evento independentemente de horário.
O texto diz que a proibição se estende aos espaços privados de livre acesso ao público, como postos de combustíveis e estacionamentos, "ou qualquer outro espaço público ou privado que não seja regularizado, estruturado e devidamente autorizado pelo Poder Público Municipal, para este tipo de evento."
Quem descumprir a lei fica sujeito a multa de R$ 2 mil e apreensão imediata do equipamento de som e do veículo, quando o equipamento estiver instalado ou acoplado no porta-malas, ou sobre a carroceria, ou ainda quando estiver sendo rebocado pelo veículo.

A fiscalização ficará a cargo de fiscais e servidores da subprefeitura local, com auxílio da polícia, da Guarda Municipal Metropolitana (GCM) e Companhia de Engenharia de Tráfego (CE

Mc Marcelly apresenta seu verdadeiro bigode grosso: "Meu amor"

Respeita o moço! Vivendo junto há seis anos com MC Marcelly, Frank Cavalcante, seu marido e empresário, é o verdadeiro bigode grosso da funkeira. Até então, ela ainda não tinha posado ao lado do amado e preferia manter o romance longe dos holofotes.
Eles se conheceram quando ela ainda sonhava viver de música e, hoje, aproveitam o sucesso de Marcelly nas paradas. Ela, inclusive, mandou um depoimento para a coluna sobre o amado: “Meu amor, amigo e empresário Frank. Obrigado por me fazer a mulher mais feliz do mundo!”.

MC Marcelly estourou nas paradas de sucesso em outubro de 2013 com o sucesso "Bigode grosso". De lá para cá, já se apresentou em várias partes do Brasil. Convidada recentemente para tirar a roupa na "Playboy", a cantora recusou o convite.

    Fonte: extra.globo.com

Mc Dino lança clipe da música 'Vem, Chama'

O clipe de funk foi lançado na noite de terça-feira e foi destaque nas redes sociais

Produzido pela True Design entre os dias 14 e 15 de dezembro do ano passado, o clipe da canção Vem, Chama do funkeiro Mc Dino, mistura todos os elementos da onda da ostentação: carrões de luxo, relógios de marca, as melhores bebidas, e claro, mulheres lindas. Julia Cardones, atual miss Brasil Juvenil, é uma das modelos que participam do clipe.
Foram dois dias de gravação, dividos em dois sets: um dia no Estúdio Save e outro, na Maison Blanc. 

O clipe foi lançado na noite da última terça-feira, dia 7, e já reúne quase 10 mil views no YouTube. O clipe também bombou nas redes sociais, virando trending tropics no Twitter. Sobre o sucesso, Dino comenta:

-  Quem corre ao meu lado sabe o quanto me empenhei pra fazer o melhor possível, então Deus está recompensando a gente pelo esforço. A palavra que resume esse clipe é amor. Amor pelo que eu faço, e esse ano estamos chegando pra ficar, mesmo. 

O objetivo do Mc para 2014 é se destacar no cenário nacional.
Confira o clipe:

Mc Marcelly grava novo clipe 'Ela é malandra, mas é minha amiga'

Funkeira, que bombou com o hit 'Bigode grosso', fez a última cena do vídeo em um heliponto na Barra da Tijuca, no Rio.

Mc Marcelly, famosa pelo sucesso de 'Bigode Grosso', gravou a última parte de seu novo clipe, damúsica "Ela é malandra, mas é minha amiga", na Barra da Tijuca, no Rio. Nessa cena do vídeo, a funkeira está em um helicóptero vermelho, acompanhada por uma amiga.
"Estou muito feliz com o resultado do 'Bigode Grosso', e agora é dar continuidade ao trabalho. Estou lançando quatro músicas novas e espero que a galera curta. O clipe de 'Ela malandra, mas é minha amiga' fala de uma garota que curte a vida adoidado. A galera vai gostar!", disse Mc Marcelly.

Equipe de mídia independente é barrado em Parque Municipal

Por TV Doc Fundão  - Joseh Silva

Equipe de mídia independente é barrado em Parque Municipal. Alegaram que é proibido registrar fotos e vídeos no local.
A justificativa pifia e carregada de preconceitos.
A Rede Globo e grande veículos sempre gravaram dentro de Parques. Porque uma mídia independente da quebrada feita por jovens, não pode registrar?



É para se pensar.

Ontem, 7 de Janeiro de 2014 , ás 14h00.

Um equipamento público que sempre vem a mente coberto por uma neblina de dúvidas é o Parque Municipal M'Boi Mirim
(para se localizar melhor , é o parque do outro lado
da Ocupação do MTST) .
Para esclarecer melhor como funciona o tal parque ,
a equipe da TV DOC Fundão compareceu ontem para registrar e fotos e videos como funciona , o que há de proveitoso e convidativo no lugar.
Entretanto , a equipe foi barrada logo na entrada de maneira absolutamente implausível .
Com a desculpa de que é PROIBIDO registrar o espaço do mesmo em fotos , detalhe: isso se aplica a QUALQUER CIDADÃO !
Ou seja , se você , contribuinte , for visitar o parque ,
e registrar fotos dele , e publicar de alguma maneira ,
estará SUJEITO A PROCESSO !
palavras da representante da gestão do mesmo .

O que dizer ? Para quem o lugar foi estruturado ?
Qual a necessidade de tal parque ,
se mal podemos entrar no mesmo ?

Depois de um episódio como tal , tomo a liberdade
de incitar um ato pela troca da gestão
do Parque Municipal M'Boi Mirim,
Para que nós, moradores do Fundão da M'boi Mirim
possamos de fato usufruir do ambiente que nos é
pertencente por direito, pois faz parte de nossa região.

#felipe

Funk de protesto retrata o ano que estremeceu o Brasil em três minutos


Protestos, Santa Maria, mensalão, papa no Rio e Copa das Confederações são alguns dos temas da música que faz um retrato do que aconteceu no Brasil em 2013, um ano que a rua abalou o poder central. A pedido do UOL Notícias, o funkeiro MC Garden fez retrospectiva do ano, contando de forma cronológica os fatos mais notáveis. Veja mais na  Retrospectiva 2013